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	<title>:::eportefólio:::</title>
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	<description>Just another WordPress.com weblog</description>
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		<title>criar slide show &#8211; tutorial</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Mar 2008 13:50:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J L</dc:creator>
				<category><![CDATA[ferramentas]]></category>

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		<description><![CDATA[para enriquecer o seu eportfólio poderá usar esta ferramenta homepage<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=liveeducation.wordpress.com&amp;blog=701480&amp;post=57&amp;subd=liveeducation&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><code><iframe src='http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/21344' width='425' height='348'></iframe></code></p>
<p align="center">para enriquecer o seu eportfólio poderá usar esta ferramenta</p>
<p align="center"><a href="http://www.slideshare.net/" target="_blank">homepage</a></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/liveeducation.wordpress.com/57/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/liveeducation.wordpress.com/57/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/liveeducation.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/liveeducation.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/liveeducation.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/liveeducation.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/liveeducation.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/liveeducation.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/liveeducation.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/liveeducation.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/liveeducation.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/liveeducation.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/liveeducation.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/liveeducation.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/liveeducation.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/liveeducation.wordpress.com/57/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=liveeducation.wordpress.com&amp;blog=701480&amp;post=57&amp;subd=liveeducation&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
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		<title>relatório &#8211; eportefólio</title>
		<link>http://liveeducation.wordpress.com/2007/02/23/relatorio-eportefolio-2/</link>
		<comments>http://liveeducation.wordpress.com/2007/02/23/relatorio-eportefolio-2/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 23 Feb 2007 00:35:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J L</dc:creator>
				<category><![CDATA[ceti]]></category>
		<category><![CDATA[formação académica]]></category>

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		<description><![CDATA[O eportefólio é, hoje em dia, visto como uma ferramenta de sonho! Segundo alguns autores, este instrumento do século XXI tem um efeito sobre a educação que só se compara à introdução da escolarização formal. De acordo com a informação encontrada no site ePortefolio Portal esta ferramenta é vista como um sistema de informação baseado [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=liveeducation.wordpress.com&amp;blog=701480&amp;post=54&amp;subd=liveeducation&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><a href="http://liveeducation.wordpress.com/2007/02/19/relatorio-eportefolio/" rel="bookmark" title="Link Permanente para eportefólio - relatório">  </a></h2>
<p style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">O eportefólio é, hoje em dia, visto como uma ferramenta de sonho! Segundo alguns autores, este instrumento do século XXI tem um efeito sobre a educação que só se compara à introdução da escolarização formal. </span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">De acordo com a informação encontrada no site <a href="http://www.danwilton.com/eportfolios/whatitis.php" target="_blank">ePortefolio Portal</a> esta ferramenta é vista como um sistema de informação baseado na web que usa meios e serviços electrónicos. O aprendiz/estudante constrói e mantêm um repositório de &#8220;objectos/artefactos&#8221; que pode usar para demonstrar as suas competências e reflectir sobre a sua própria aprendizagem.</p>
<p>No actual contexto europeu, o <a href="http://www.uminho.pt/ModuleLeft.aspx?mdl=%7E/Modules/UMEventos/EventoView.ascx&amp;ItemID=502&amp;Mid=232&amp;lang=pt-PT&amp;pageid=118&amp;tabid=0" target="_blank">eportefólio </a>surge como um &#8220;instrumento de facilitação da mobilidade, da transparência e do reconhecimento das aprendizagens formais e informais realizadas ao longo da vida&#8221;.</span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">Como já vimos o termo eportefólio abarca uma grande variedade de interpretações em função dos diversos propósitos para que pode servir, de acordo com o <a href="http://www.eportconsortium.org/">ePortConsortium</a> podemos distinguir três tipos de eportefólio: pessoal, de aprendizagem e profissional. </span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">Ao nível pessoal, este instrumento, relaciona-se com aspectos particulares da nossa vida que podem ser publicados online. Além disso, também pode ser utilizado como estratégia de formação e avaliação com colegas, professores e especialistas. </span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">Devido às particularidades acima mencionadas alguns especialistas consideram que o eportefólio é uma ferramenta para desenvolvimento profissional que tem inúmeras potencialidades para se tornar o <a href="http://emploi.france5.fr/emploi/trouver-emploi/cv/10040043-fr.php">Currículo Vitae do futuro</a>. </span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">No contexto educativo eportefólio é uma selecção digital de trabalhos produzidos pelos alunos/formandos que apresentam evidências da aprendizagem. A sua organização permite acompanhar o progresso e o desempenho do seu autor através do registo dos êxitos e das dificuldades encontradas ao longo de um período de tempo determinado para a sua elaboração. O arquivo dos resultados da aprendizagem, reflexões e testemunhos mais significativos é realizado online. Este facto possibilita a partilha de conhecimento entre comunidades e favorece a recolha de feedback de colegas e professores. </span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">Como profissional em educação acho que a minha escolha não poderia deixar de ser o eportefólio de aprendizagem. Solicitar aos estudantes a elaboração de um portefólio digital sem passar pela experiência desse processo, seria, para mim, a perda de uma oportunidade para reflectir sobre a sua importância. </span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">Tal como no portefólio tradicional, parece inquestionável o seu valor pedagógico. A sua construção permite descrever e documentar diversas capacidades e competências dos formandos. Neste registo do processo de aprendizagem sabe-se o ponto de partida do formando, o que já aprendeu e o que ainda falta aprender (De Fina, 1992).</span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">Em termos de avaliação, esta colecção refinada de conteúdos privilegia a avaliação formativa, o formando é um participante activo na avaliação, durante o processo de construção deve reflectir sobre os documentos seleccionados e desvendar as razões das suas opções. A reflexão deve permitir a tomada de consciência sobre pontos fortes e fraquezas relativamente ao processo de aprendizagem e aos progressos verificados. </span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">Desde cedo pensei em realizar o meu eportefólio. Em Janeiro comecei a construir um novo blog (<a href="http://pt.wordpress.com/">http://pt.wordpress.com/</a>) o qual foi o meu ponto de partida para este desafio. Quando me foi dado a conhecer a plataforma da Ellg ( <a href="http://elgg.net/" target="_blank">http://elgg.net/</a>), explorei as suas potencialidades, contudo constatei que nada de novo me oferecia. O WordPress era mais fácil de usar e intuitivo além disso era mais personalizável. Estas foram as razões da minha escolha em detrimento da plataforma da Ellg. Nesta altura questionei-me se a grande proliferação dos blogs não poderia colocar em risco a existência das plataformas mais específicas como a Ellg. </span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">Ambas as plataformas permitem criar uma comunidade com interesses pedagógicos comuns onde é possível partilhar o mesmo conhecimento ou as mesmas fontes. O estudante tem o seu espaço online onde pode escrever e publicar links, imagens, áudio, vídeo, etc. Permite a outros indivíduos editar, comentar ou contribuir para o mesmo fim. É possível publicar e distribuir os conteúdos, geralmente categorizados (tag), através de newsletter, email, RSS feeds, alerts, etc. Possui ferramentas de pesquisa e filtragem que permitem encontrar a informação de uma forma fácil e rápida. O administrador/editor possui direitos de gestão que lhe permitem personalizar o acesso &#8211; ou não &#8211; aos seus conteúdos. </span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">Alguns autores (De Fina, 1992; Murphy, 1998) referem a existência de três fases no processo de implementação de um portefólio de aprendizagem: fase de preparação, fase de realização e uma fase de interpretação. </span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">Desenvolver um sistema e uma estrutura para o meu eportefólio apresentou alguma dificuldade, sobretudo na fase de preparação porque não existe uma receita para construir eportefólios, além disso no meu percurso académico nunca tinha tido a oportunidade de o fazer. </span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">Tendo em consideração a opinião de Bernardes e Miranda (2003) as finalidades do meu eportefólio de aprendizagem são: co-responsabilizar-me pela progressão da minha aprendizagem; ilustrar o meu desenvolvimento durante o primeiro semestre, e avaliar a prossecução dos objectivos do currículo. </span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">Se por um lado, estou convicto que o meu eportefólio deverá ser de aprendizagem, por outro, também sou da opinião que ele deve fazer a ligação com o meu percurso “profissional”, pois sou um “profissional” da educação. Considero que este cruzamento será uma mais valia para a minha formação, permite reagrupar diferentes actividades que mostram a minha evolução pessoal, profissional e académica. Estabelecer relações entre as diversas aprendizagens, realçando o processo de integração pessoal dos diversos saberes adquiridos ao longo da vida é então mais uma finalidade/própósito deste eportefólio. </span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">A escolha da estrutura foi influenciada fundamentalmente pela sua finalidade. Neste eportefólio podemos navegar através de três menus: um do lado esquerdo (formação), outro do lado direito (actualização da formação) e uma barra superior. O menu do lado esquerdo, possuiu duas categorias (pastas) principais: formação académica e formação profissional. </span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">Na primeira, podemos encontrar quatro subcategorias referentes às disciplinas do primeiro semestre do curso de especialização que estou a frequentar nesta universidade: Avaliação da Formação, Comunicação Educacional e Tecnologias da Informação (ceti), Formação e Gestão dos Recursos Humanos (fgrh) e Metodologias da Investigação em Formação (mif). Enquanto que na segunda pasta temos três subcategorias que representam as áreas mais importante do meu desempenho como docente: Educação Física, Desporto Escolar e Área de Projecto. No menu do lado esquerdo podemos ainda encontrar: um motor de pesquisa interno, os arquivos mensais, um calendário da actividade desenvolvida e os meus contactos.</span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">Reservei o menu do lado direito para criação de uma comunidade com interesses educativos comuns – através do chat e de um grupo de discussão sobre a importância do uso do eportefólio &#8211; <span> </span>e para actualização (RSS) da minha formação profissional e académica ao longo da vida (emprego, eportefólio, elarning, e-tools, educação, moodle e web 2.0.. Considerei também importante colocar exemplos de outros eportefólios e os meus sites educativos preferidos.</span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">Na barra superior encontramos o acesso à página principal (homepage) e à direita desta, várias páginas secundárias onde encontramos os seguintes links: trabalhos práticos desenvolvidos na disciplina de Ceti, amigos da Uminho e referências. Estas páginas são igualmente importantes pois dão a conhecer um pouco de mim e a minha evolução ao longo do semestre.</span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">Relativamente ao aspecto gráfico, penso que é bastante atractivo. É de fácil navegação, pois qualquer utilizador se apercebe rapidamente do seu funcionamento. Os menus de navegação e os títulos são bem visíveis, o que facilita a memorização. </span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">O equilíbrio de cores parece-me bom, sendo esteticamente agradável. A cor principal é o laranja e a secundária é o cinzento. As hiperligações têm efeitos visuais à passagem do rato e contrastam com as cores de base do eportefólio. </span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">Durante a fase de realização deste eportefólio tive dificuldade<span style="color:red;"> </span>em identificar o essencial do acessório, quer nas minhas produções, quer na pesquisa efectuada. Se por um lado o receio de escrever algo que pudesse ser apreciado por todos me afligia, por outro lado utilizava imenso tempo na Internet à procura de exemplos de eportefólios para tentar perceber o que era desejado. </span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">Os resultados da pesquisa eram sempre muito limitados e isso causava-me algum stress, pois não sabia como começar nem por onde começar. </span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">Os conteúdos também estão intimamente ligados às finalidades ou propósitos de um eportefólio. As amostras de trabalhos realizados nas diferentes disciplinas são o componente principal do meu eportefólio, foram seleccionadas aquelas que representam melhor as evidências da minha aprendizagem ao longo do semestre. Aqueles que a seguir menciono são eixo principal das minhas reflexões e representam uma grande variedade de experiências: </span></p>
<p style="text-align:justify;text-indent:126pt;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">· Informações e interesses pessoais</span></p>
<p style="text-align:justify;text-indent:126pt;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">· Historial profissional</span></p>
<p style="text-align:justify;text-indent:126pt;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">· Comentários pessoais e reflexões</span></p>
<p style="text-align:justify;text-indent:126pt;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">· Trabalhos solicitados pelos professores</span></p>
<p style="text-align:justify;text-indent:126pt;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">· Leituras efectuadas (bibliografia e fontes) </span></p>
<p style="text-align:justify;text-indent:126pt;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">· Distribuição de conteúdos (RSS)</span></p>
<p style="text-align:justify;text-indent:126pt;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">· Apresentações </span></p>
<p style="text-align:justify;text-indent:126pt;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">· Podcast</span></p>
<p style="text-align:justify;text-indent:126pt;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">· Vídeo</span></p>
<p style="text-align:justify;text-indent:126pt;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">· Recomendações</span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">Ainda na nesta fase aprendi a realizar a auto-avaliação do meu trabalho, examinando-o diariamente, registando diversas experiências da minha aprendizagem, reflexões e actualizando os itens que ia colocando no meu blog. Tudo isto exigia grande disponibilidade de tempo e acarretou um grande número de decisões e mudanças, quer nos meus hábitos de trabalho, quer acerca das convicções sobre a construção do processo de progressão da minha aprendizagem. </span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">A pesquisa sobre os diferentes temas foi um dos pontos fortes deste trabalho, realizei-a de uma forma sistemática e persistente ao longo de todo o semestre. Gostei de todas as temáticas, mas a minha paixão foi, sem dúvida, a Web 2.0. Pesquisei imenso e experimentei quase todos os serviços oferecidos.</span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">Outro aspecto a salientar é a ligação deste trabalho aos diversos aspectos da vida. Sem querer ser demasiado exaustivo tentei que fossem expressados os diferentes níveis da minha identidade: pessoal, formação (académica e profissional) e comunidade. </span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">De todos eles os mais úteis foram o <a href="http://del.ici.us/" target="_blank">del.icio.us</a> (<a href="http://del.icio.us/" target="_blank">http://del.icio.us/</a>) e o skype (<a href="http://www.skype.com/intl/pt-pt/">http://www.skype.com/intl/pt-pt/</a>). O primeiro permitiu-me guardar, partilhar e actualizar os meus links favoritos, enquanto que o segundo encurtou distâncias e fomentou o trabalho de grupo nas diferentes disciplinas. </span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">Um dos pontos fracos deste eportefólio foi a minha resistência à escrita, publiquei muitos itens/posts ao longo do semestre, mas nem sempre tive tempo para efectuar a uma verdadeira reflexão sobre os mesmos, este facto advém sobretudo da minha condição de estudante-trabalhador. </span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">Uma das mais-valias deste projecto, foi poder aplicar aquilo que estou a aprender. Em Área de Projecto, estou a ensinar os alunos a utilizar o wordpress com o objectivo de construir, até ao final do ano lectivo, o seu eportefólio. Apesar deste processo ainda estar no início já posso constatar a grande motivação dos estudantes. </span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">A reflexão sobre os conteúdos aqui abordados, permitiu aceder e descodificar informação a diferentes níveis e uma aprendizagem mais efectiva, menos burocrática e mais autónoma. </span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">Conclusão</span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">Apesar de Vilas Boas (2003) se ter referido ao portefólio na sua generalidade, não considerando especificamente o digital, acredito que este tipo de trabalho se baseia nos princípios da construção, reflexão, da criatividade, da parceria, da auto-avaliação e da autonomia. Além destes, a referida autora, acrescenta os princípios apontados por Klenowski (2003): promove uma perspectiva de aprendizagem, é um processo, incorpora a análise do desenvolvimento da aprendizagem, requer auto-avaliação, encoraja a selecção e a reflexão do aluno sobre o seu trabalho, considera os professores como facilitadores da aprendizagem. </span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">No trabalho desenvolvido consideramos o processo de criação de um eportefólio em quatro etapas: pesquisa e recolha de documentos, selecção dos melhores objectos,  reflexão sobre os itens seleccionados e ligação dos diversos aspectos da vida: pessoal, conhecimentos, trabalho e comunidade.</span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">É fundamental reforçar a ideia dos eportefólios como uma ferramenta dinâmica e flexível para professores, formadores e estudantes onde sobressai grande potencial educativo, social e transversal.</span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">A realização deste eportefólio permitiu concretizar um desafio com satisfação de ter conseguido algo diferente, é especial para mim porque permite organizar, guardar e posteriormente melhorar os meus documentos. Ajudou-me a aprender e a organizar o meu estudo/trabalho e a utilizar o pc e as novas tecnologias de uma forma mais cuidada eficiente e sistemática. Nunca pensei que o seu uso fosse tão determinante para o desenvolvi meto da minha aprendizagem. </span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align:center;line-height:150%;" align="center"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">REFERÊNCIAS</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;"><span style="font-family:Arial;"><a href="http://education.guardian.co.uk/elearning/story/0,,1724614,00.html">http://education.guardian.co.uk/elearning/story/0,,1724614,00.html</a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;"><span style="font-family:Arial;"><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/EPortfolio">http://en.wikipedia.org/wiki/EPortfolio</a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;"><span style="font-family:Arial;"><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Portafolio_de_aula">http://es.wikipedia.org/wiki/Portafolio_de_aula</a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;"><span style="font-family:Arial;"><a href="http://gabinetedeinformatica.net/wp15/2007/01/05/portafolios-electronico-que-son-y-como-pueden-beneficiar-experiencias-de-aprendizaje-i/">http://gabinetedeinformatica.net/wp15/2007/01/05/portafolios-electronico-que-son-y-como-pueden-beneficiar-experiencias-de-aprendizaje-i/</a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;"><span style="font-family:Arial;"><a href="http://www.danwilton.com/eportfolios/whatitis.php">http://www.danwilton.com/eportfolios/whatitis.php</a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;"><span style="font-family:Arial;"><a href="http://www.educause.edu/ELI/5524">http://www.educause.edu/ELI/5524</a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;"><span style="font-family:Arial;"><a href="http://www.uminho.pt/ModuleLeft.aspx?mdl=%7E/Modules/UMEventos/EventoView.ascx&amp;ItemID=502&amp;Mid=232&amp;lang=pt-PT&amp;pageid=118&amp;tabid=0">http://www.uminho.pt/ModuleLeft.aspx?mdl=~/Modules/UMEventos/EventoView.ascx&amp;ItemID=502&amp;Mid=232&amp;lang=pt-PT&amp;pageid=118&amp;tabid=0</a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;">Bernardes, C.; Miranda, F. (2003). <em>Portefólio uma Escola de Competências</em>. Porto. Porto Editora.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;">De Fina, A. (1992). <em>Portfolio assessment: Getting started</em>. <span>New York</span><span>. Scholastic Professional Books.</span></p>
<p>Fernandez, L. (2002). <em>Diagnóstico em Educação</em>. Lisboa. Instituto Piaget.  </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;">Murphy, A. (1998). <span>A model for authentic assessment utilizing portfolios. </span>Ann Arbour. UMI.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;">Vilas Boas, Benigna (2006). <em>Portefólio, Avaliação e Trabalho Pedagógico</em>. Porto. Edições Asa.</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/liveeducation.wordpress.com/54/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/liveeducation.wordpress.com/54/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/liveeducation.wordpress.com/54/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/liveeducation.wordpress.com/54/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/liveeducation.wordpress.com/54/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/liveeducation.wordpress.com/54/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/liveeducation.wordpress.com/54/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/liveeducation.wordpress.com/54/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/liveeducation.wordpress.com/54/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/liveeducation.wordpress.com/54/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/liveeducation.wordpress.com/54/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/liveeducation.wordpress.com/54/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/liveeducation.wordpress.com/54/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/liveeducation.wordpress.com/54/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/liveeducation.wordpress.com/54/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/liveeducation.wordpress.com/54/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=liveeducation.wordpress.com&amp;blog=701480&amp;post=54&amp;subd=liveeducation&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>competências essenciais 2º e 3º ciclos</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Feb 2007 21:54:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J L</dc:creator>
				<category><![CDATA[educação física]]></category>
		<category><![CDATA[formação profissional]]></category>

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		<description><![CDATA[download: Competencias essenciais.doc<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=liveeducation.wordpress.com&amp;blog=701480&amp;post=53&amp;subd=liveeducation&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a target="_blank" href="http://images.liveeducation.multiply.com/attachment/0/Rd4QHQoKCp4AAGU6exM1/Competencias%20essenciais.doc" title="download"><img width="400" src="http://x0f.xanga.com/3c9d5bf439132108381129/z76894583.jpg" style="border:0;" /></a></p>
<p align="center">download: <a href="http://images.liveeducation.multiply.com/attachment/0/Rd4QHQoKCp4AAGU6exM1/Competencias%20essenciais.doc">Competencias essenciais.doc</a></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/liveeducation.wordpress.com/53/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/liveeducation.wordpress.com/53/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/liveeducation.wordpress.com/53/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/liveeducation.wordpress.com/53/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/liveeducation.wordpress.com/53/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/liveeducation.wordpress.com/53/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/liveeducation.wordpress.com/53/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/liveeducation.wordpress.com/53/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/liveeducation.wordpress.com/53/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/liveeducation.wordpress.com/53/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/liveeducation.wordpress.com/53/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/liveeducation.wordpress.com/53/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/liveeducation.wordpress.com/53/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/liveeducation.wordpress.com/53/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/liveeducation.wordpress.com/53/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/liveeducation.wordpress.com/53/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=liveeducation.wordpress.com&amp;blog=701480&amp;post=53&amp;subd=liveeducation&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>dia de s. valentim &#8211; cartão</title>
		<link>http://liveeducation.wordpress.com/2007/02/22/dia-de-s-valentim-cartao/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Feb 2007 21:49:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J L</dc:creator>
				<category><![CDATA[área de projecto]]></category>
		<category><![CDATA[formação profissional]]></category>

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		<description><![CDATA[download: cartão_14 fev.doc<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=liveeducation.wordpress.com&amp;blog=701480&amp;post=52&amp;subd=liveeducation&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a target="_blank" href="http://images.liveeducation.multiply.com/attachment/0/Rd4O9QoKCp4AAGD8Wno1/cart%C3%A3o_14%20fev.doc" title="download"><img width="400" src="http://x53.xanga.com/198d60fb70d34108380859/z76894399.jpg" style="border:0;" /></a></p>
<p align="center">download: <a href="http://images.liveeducation.multiply.com/attachment/0/Rd4O9QoKCp4AAGD8Wno1/cartÃ£o_14%20fev.doc">cartão_14 fev.doc</a></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/liveeducation.wordpress.com/52/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/liveeducation.wordpress.com/52/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/liveeducation.wordpress.com/52/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/liveeducation.wordpress.com/52/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/liveeducation.wordpress.com/52/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/liveeducation.wordpress.com/52/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/liveeducation.wordpress.com/52/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/liveeducation.wordpress.com/52/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/liveeducation.wordpress.com/52/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/liveeducation.wordpress.com/52/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/liveeducation.wordpress.com/52/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/liveeducation.wordpress.com/52/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/liveeducation.wordpress.com/52/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/liveeducation.wordpress.com/52/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/liveeducation.wordpress.com/52/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/liveeducation.wordpress.com/52/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=liveeducation.wordpress.com&amp;blog=701480&amp;post=52&amp;subd=liveeducation&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>ficha de inscrição &#8211; torneios futebol e andebol</title>
		<link>http://liveeducation.wordpress.com/2007/02/22/ficha-de-inscricao-torneios-futebol-e-andebol/</link>
		<comments>http://liveeducation.wordpress.com/2007/02/22/ficha-de-inscricao-torneios-futebol-e-andebol/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Feb 2007 21:41:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J L</dc:creator>
				<category><![CDATA[desporto escolar]]></category>
		<category><![CDATA[formação profissional]]></category>

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		<description><![CDATA[download: ficha inscrição torneio and fut.doc<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=liveeducation.wordpress.com&amp;blog=701480&amp;post=51&amp;subd=liveeducation&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a target="_blank" href="http://images.liveeducation.multiply.com/attachment/0/Rd4NDAoKCp4AAFEqCKg1/FchinsTorneioand%20fut.doc" title="download"><img width="400" src="http://xee.xanga.com/262d27fb37733108380172/z76893880.jpg" style="border:0;" /></a></p>
<p align="center">download: <a href="http://images.liveeducation.multiply.com/attachment/0/Rd4NDAoKCp4AAFEqCKg1/FchinsTorneioand%20fut.doc">ficha inscrição torneio and fut.doc</a><a target="_blank" href="http://photo.xanga.com/prof_zigzag/ee262108380172/photo.html"></a></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/liveeducation.wordpress.com/51/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/liveeducation.wordpress.com/51/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/liveeducation.wordpress.com/51/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/liveeducation.wordpress.com/51/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/liveeducation.wordpress.com/51/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/liveeducation.wordpress.com/51/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/liveeducation.wordpress.com/51/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/liveeducation.wordpress.com/51/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/liveeducation.wordpress.com/51/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/liveeducation.wordpress.com/51/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/liveeducation.wordpress.com/51/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/liveeducation.wordpress.com/51/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/liveeducation.wordpress.com/51/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/liveeducation.wordpress.com/51/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/liveeducation.wordpress.com/51/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/liveeducation.wordpress.com/51/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=liveeducation.wordpress.com&amp;blog=701480&amp;post=51&amp;subd=liveeducation&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>

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	</item>
		<item>
		<title>Validade e Fidelidade na Investigação Educativa</title>
		<link>http://liveeducation.wordpress.com/2007/02/21/validade-e-fidelidade-na-investigacao-educativa/</link>
		<comments>http://liveeducation.wordpress.com/2007/02/21/validade-e-fidelidade-na-investigacao-educativa/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Feb 2007 21:43:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J L</dc:creator>
				<category><![CDATA[avaliação formação]]></category>
		<category><![CDATA[mif]]></category>

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		<description><![CDATA[Em termos históricos a observação participante foi introduzida pela Escola de Chicago nos anos 20, no entanto, a literatura também refere que a tradição individualista anglo-saxónica inaugurou a prática do trabalho de campo. O primeiro investigador de campo com observação participante no terreno foi o polaco-austríaco, inglês, Bronislaw Malinowski (1913-1922), o qual questionou se a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=liveeducation.wordpress.com&amp;blog=701480&amp;post=48&amp;subd=liveeducation&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="entry">
<p class="snap_preview">Em termos históricos a observação participante foi introduzida pela Escola de Chicago nos anos 20, no entanto, a literatura também refere que a tradição individualista anglo-saxónica inaugurou a prática do trabalho de campo. O primeiro investigador de campo com observação participante no terreno foi o polaco-austríaco, inglês, Bronislaw Malinowski (1913-1922), o qual questionou se a família nuclear era ou não universal.</p>
<p>Este e outros trabalhos que se seguiram foram duramente contestados pelas pesquisas experimentais e considerado um tipo de conhecimento não praticável, por isso este sistema de práticas de conhecimento foi abandonado durante algumas décadas.</p>
<p>No ressurgimento da observação participante, o investigador não podia agir senão na base dum raciocínio dedutivo porque já se tinha constatado que o uso das teorias ou das induções tinha sido um desperdício, ou uma etapa desnecessária. Surge, por um lado, a necessidade de observar e observar dedutivamente e, por outro lado, a definição do que é que deve ser observado e porquê.</p>
<p>A primeira tendência dum investigador de campo é acreditar no que as pessoas lhe relatam porque, no início, não tem outro referente. Sem escutar cuidadosamente as histórias e os contextos culturais, sem saber o que se faz, quando, como, onde e com quem, não seria possível interpretar os fenómenos da investigação.</p>
<p>A observação participante é obtida por meio do contacto directo, frequente e prolongado com os actores sociais e os seus contextos culturais, no entanto, isto não é suficiente para compreender e explicar o trabalho desenvolvido, este exige cuidados para garantir a fiabilidade e pertinência dos dados e para eliminar impressões meramente emotivas, deformações subjectivas e interpretações fluidas, sem dados comprobatórios.</p>
<p>Se queremos que o nosso estudo seja valorizado e referenciado devemos fazer uma descrição pormenorizada do trabalho desenvolvido, a <strong>credibilidade</strong> de um estudo qualitativo pode ser visto a partir do ponto de vista da <strong>fidelidade interna e externa</strong>.</p>
<p>A <strong>fidelidade externa</strong> relaciona-se com os dados e com a possibilidade de diferentes investigadores poderem obter resultados idênticos, ao de estudos anteriores, sobre o mesmo fenómeno. De acordo com Goetz e LeCompte (1994) os problemas que lhe estão associados são  cinco: o papel do investigador, escolha dos sujeitos, situações e condições sociais, definição e categorização dos dados e métodos de recolha e análise de dados.</p>
<p>O investigador deve descrever com muito atenção, qual o seu papel, as característica do sujeito e qual o critério de selecção dos mesmos. Por sua vez as situações e condições sociais podem interferir no tipo de informação revelada pelos sujeitos. O investigador deve ser discreto e não esquecer que a presença de outros indivíduos pode afectar o tipo de declarações efectuadas.<br />
A categorização dos dados é fundamental &#8211; não devemos utilizar simples descrições &#8211;  para assegurar a integridade dos mesmos, estes devem ser estudados e criadas categorias analíticas antes de ser analisados.<br />
O método de recolha e análise dos dados devem ser descritos com rigor, o pesquisador deve ter um quadro referencial que o determina e guia nessa tarefa. A credibilidade dos dados está estritamente ligada à clareza e à integridade das considerações de como os mesmos foram examinados e sintetizados (Goetz e LeCompte, 1994).</p>
<p>A <strong>fidedignidade interna</strong> relaciona-se com a concordância entre os observadores em relação à descrição dos eventos. De acordo com (Goetz e LeCompte, 1994), os investigadores qualitativos utilizam as seguintes estratégias para reduzir as ameaças à validade interna: descrições com baixa inferência, exame de pares e dados registados mecanicamente.</p>
<p>As descrições de baixa inferência relaciona-se com a recolha de dados, pode envolver a descrição das percepções do sujeito num cenário específico ou a representação das suas conversas.<br />
O exame de pares envolve a colaboração de outros investigadores, o documento elaborado é revisto por especialistas naquela área.<br />
Gravações sonoras, de vídeo e fotografias são um meio de avaliar a fidedignidade interna de um estudo qualitativo pois esses registos podem ser examinados e valorizados por outros peritos.</p>
<p>Alguns especialistas em pesquisa qualitativa quando abordam o conceito de fidedignidade destacam o conceito de validade, referem que a evidência da fidedignidade é desnecessária se a validade interna puder ser demonstrada, e ainda que é impossível ter validade interna sem fidedignidade.</p>
<p>Segundo Merriam (1988), citado por Coutinho (2005) a <strong>validade interna</strong> está relacionada com a questão de como as descobertas se compatibilizam com a realidade, esta é vista como holística, multidimensional e em constante mudança, a questão passa por saber se os dados obtidos “refletem” ou “traduzem” a realidade.<br />
Na pesquisa qualitativa os efeitos do observador devem ter em consideração os contextos específicos. A descrição, honestidade e as relações pessoais construtivas ao longo do tempo irão melhorar a validade interna.</p>
<p>Lock (1989) alertou que devemos ser cautelosos com os sujeitos que ocasionalmente omitem factos ou não falam a verdade. Além disso o facto de várias pessoas dizerem o mesmo não significa que aquilo que é referido seja verdadeiro, a repetição de uma ideia não significa validade (Merriam, 1998).<br />
O investigador deve colocar-se na posição dos sujeitos e, através da experiência, detectar os dados falsos.</p>
<p>Nos estudos qualitativos a questão da validade interna não é colocada de forma tão exaustiva como nos quantitativos, o pesquisador qualitativo procura estabelecer relações ou explicar os fenómenos, no entanto, ela “faz sentido em termos de credibilidade” (Vieira, 1999, citado por Coutinho 2005).</p>
<p>Merrian (1988) considerou seis estratégias básicas para a validade interna:</p>
<p>Triangulação<br />
Verificação de plausibilidade ao se retomar os dados e interpretações para os sujeitos<br />
Recolha de dados durante um longo período e observações repetidas<br />
Exame dos colegas e avaliação das descobertas<br />
Envolvimento dos participantes em todas as fases da pesquisa<br />
Esclarecimento dos preconceitos e orientação teórica do próprio pesquisador no começo do estudo</p>
<p>A <strong>triangulação dos dados</strong> é utilizada para aumentar a <strong>validade e a fidedignidade</strong> por meio do emprego de fontes múltiplas de dados, diferentes investigadores e métodos variados. Na triangulação da teoria a situação é examinada a partir de pontos de vista teóricos e hipóteses diferentes.</p>
<p>Segundo Ghiglione &amp; Matalon (1997), citado por Coutinho (2005), a<strong> validade externa</strong> está ligada à constituição das amostras e à sua representatividade. O problema da sua generalização é muitas vezes colocado em causa devido ao pequeno número de sujeitos e da falta de amostragem aleatória.</p>
<p>Tendo por base o trabalho desenvolvido por Coutinho (2005) existem duas formas de generalizar os resultados de um estudo qualitativo: a conceptualização (Punch, 1998) e o desenvolvimento de “hipóteses de trabalho” (Cronbach, 1982).<br />
Na conceptualização o pesquisador está interessado em chegar a novos conceitos que expliquem qualquer aspecto específico.<br />
Desenvolver “hipóteses de trabalho” significa, para o seu autor, que o investigador consegue avançar uma ou mais hipóteses novas que relacionem conceitos ou factores.</p>
<p>Outro argumento que favorece a validade externa neste tipo de pesquisa é o conceito de generalização feito pelo “usuário”.<br />
Não é o autor do trabalho que faz a generalização, mas sim o leitor (Peshkin, 1993). Este avalia as descobertas do estudo e questiona que aspectos se aplicam à sua situação específica. A generalização feita pelo usuário “não é de nenhuma maneira uma medida inferior de validade externa” (Lock, 1989).</p>
<p>Guba e Lincoln (1994) e Mertens (1992), citados por Coutinho (2000) preferem usar a expressão transferibilidade para referir o conceito de generalização ou validade externa dos estudos quantitativos.</p>
<p>Conclusão</p>
<p>A pesquisa qualitativa não relata a evidência da <strong>validade e fidedignidade</strong> no sentido tradicional, por isso Kirk e Miller (1986) referem que, devido às suas características, este tipo de pesquisa deveria possuir conceptualizações diferentes de validade e fidedignidade.</p>
<p>O principal instrumento de pesquisa, é o investigador. Segundo Merriam (1980), o <strong>rigor</strong> de um estudo qualitativo deriva da presença do pesquisador, da natureza da interacção entre o pesquisador e os participantes, da triangulação dos dados, da interpretação das percepções e da descrição rica e abundante.</p>
<p>O debate acalorado entre investigadores que defendem a abordagem quantitativa e qualitativa parece continuar, contudo para nós o mais importante é, sem dúvida, aproveitar os <strong>pontos fortes</strong> de ambos os métodos. Esta <strong>combinação</strong> é, de facto, uma forma de triangulação que aumenta a <strong>validade e a fidedignidade</strong> de forma a responder às nossas necessidades diárias, quer como estudantes, quer como formadores.</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/liveeducation.wordpress.com/48/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/liveeducation.wordpress.com/48/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/liveeducation.wordpress.com/48/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/liveeducation.wordpress.com/48/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/liveeducation.wordpress.com/48/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/liveeducation.wordpress.com/48/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/liveeducation.wordpress.com/48/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/liveeducation.wordpress.com/48/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/liveeducation.wordpress.com/48/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/liveeducation.wordpress.com/48/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/liveeducation.wordpress.com/48/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/liveeducation.wordpress.com/48/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/liveeducation.wordpress.com/48/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/liveeducation.wordpress.com/48/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/liveeducation.wordpress.com/48/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/liveeducation.wordpress.com/48/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=liveeducation.wordpress.com&amp;blog=701480&amp;post=48&amp;subd=liveeducation&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>escalas de medidas de variáveis</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Feb 2007 21:41:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J L</dc:creator>
				<category><![CDATA[formação académica]]></category>
		<category><![CDATA[mif]]></category>

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		<description><![CDATA[Tipos de Escalas Dados Qualitativos: Escala Nominal e Escala Ordinal Escala Nominal Os dados são expressos numa escala nominal quando cada  um deles for identificado apenas pela atribuição de um nome que representa uma categoria. Qualquer dado pertence a uma categoria, estas devem ser exaustivas, mutuamente exclusivas (cada dado pertence a uma só categoria) e [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=liveeducation.wordpress.com&amp;blog=701480&amp;post=47&amp;subd=liveeducation&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="entry">
<p class="snap_preview"><strong>Tipos de Escalas</strong></p>
<p><strong>Dados Qualitativos: Escala Nominal e Escala Ordinal</strong></p>
<p><strong>Escala Nominal</strong></p>
<p>Os dados são expressos numa escala nominal quando cada  um deles for identificado apenas pela atribuição de um nome que representa uma categoria. Qualquer dado pertence a uma categoria, estas devem ser exaustivas, mutuamente exclusivas (cada dado pertence a uma só categoria) e não ordenáveis (não é estabelecida preferência de uma classe em relação a outra).</p>
<p>Exemplos de características definidas em escalas nominais são: a religião, a raça, a localização geográfica, o sexo, a profissão, tipo de residência, preferências, ocupações, etc.</p>
<p>Esta escala é pouco sofisticada, os números servem apenas para nomear, identificar e categorizar dados sobre pessoas, objectos ou factos.</p>
<p>Exemplo: classificação das pessoas pela cor do cabelo</p>
<p>1-Preto<br />
2-Castanho<br />
3-Loiro<br />
4-Branco</p>
<p> A análise de respostas faz-se por contagem do número de ocorrências em cada categoria. A moda é a única medida de tendência central que é calculada.</p>
<p>Um caso particular ocorre quando as características em estudo têm apenas duas categorias. Exemplo: “Reside em Braga?” a resposta pode ser apenas sim ou não. A estas características chamam-se binárias ou dicotómicas.</p>
<p>Aquilo que distingue a escala ordinal da nominal é a possibilidade de estabelecer uma ordenação das categorias nas quais os dados são classificados de acordo com uma sequência com significado.</p>
<p>Exemplo: Notas obtidas pelos alunos do 9º ano de escolaridade na disciplina de matemática.</p>
<p>1-Mau<br />
2-Medíocre<br />
3-Suficiente<br />
4-Bom<br />
5-Muito bom</p>
<p>A primeira e a última categoria são as que mais distam e se diferenciam entre si. A ordenação é feita do maior para o menor ou vice versa.</p>
<p>As respostas podem ser obtidas numa escala de Likert (escala ordinal de cinco categorias).</p>
<p>Exemplo: o que acha da nova sopa de legumes?</p>
<p>1-não gosta<br />
2-gosta pouco<br />
3-indiferente<br />
4-gosta<br />
5-gosta muito</p>
<p>Ainda podemos dividir uma escala ordinal dividindo uma escala contínua em múltiplos intervalos.</p>
<p>Exemplo: idades dos jovens, que preferem a Internet à televisão</p>
<p>dos 6 aos 12 anos<br />
entre 12 e 15 anos<br />
entre 15 e 18 anos</p>
<p>Segundo alguns autores a escala ordinal indica a ordem do ranking de uma grupo de itens associados, mas não indica a medida das diferenças entre os mesmos.<br />
A escala ordinal é muito usada na pesquisa educativa para obter um ranking de preferências, opiniões, atitudes, etc.</p>
<p> A resposta do sujeito poderá ser:</p>
<p>1- nada de acordo<br />
2 &#8211; pouco de acordo<br />
3- indeciso</p>
<p>Este tipo de resposta tem algumas limitações ao nível da análise estatística pois a diferença entre a resposta um e dois pode não ser a mesma do que entre a dois e a três, por isso não se podem utilizar técnicas de análise estatística paramétricas.</p>
<p> <strong>Dados Quantitativos: Escala de Intervalos e   Escala Proporcional ou de Razão</strong></p>
<p><strong>Escala de Intervalos</strong></p>
<p>De acordo com Coutinho (2006) na escala de intervalos “os valores da escala dizem a posição e quanto os sujeitos, objectos ou factos estão distantes entre si em relação a determinada característica”.</p>
<p>Os dados são diferenciados e ordenados por números expressos numa escala de origem arbitrária. Pode-se atribuir significado à diferença entre as medições (números) mas não à razão/magnitude entre elas.</p>
<p>Além das propriedades das escalas ordinais nesta escala a distancias iguais correspondem quantidades iguais.</p>
<p>As escalas de intervalos podem ser: contínuas ou discretas</p>
<p>São contínuas se podem tomar um número um número infinito não variável de valores.</p>
<p>Exemplo: temperatura do ar em graus Celsius.</p>
<p>São discretas se o número máximo de valores que toma é finito ou sendo infinito é numerável.</p>
<p>Exemplo: Distância a percorrer diariamante por um maratonista durante um mês, expressa em Km.</p>
<p><strong>Escala de Rácios<br />
</strong><br />
Esta escala tem as mesmas propriedades de uma escala de intervalos contínua mas acrescenta a característica de possuir um zero absoluto como valor mínimo.</p>
<p>Exemplos: altura, peso, tempo, volume, etc</p>
<p> As alterações das unidades de medida não afectam os rácios entre valores.</p>
<p>Exemplo: O peso de dois pacotes de farinha é sempre o mesmo, independentemente da unidade de medida (quilo, grama, libra, etc.)</p>
<p> <strong>Conclusão</strong></p>
<p> A análise dos dados nominais é a mais limitada em termos de técnicas estatísticas, estas podem ser aplicadas aos dados ordinais, no entanto, tal procedimento constitui uma perda de informação porque os dados ordinais têm técnicas específicas.</p>
<p> Os dados ordinais são qualitativos, no entanto, por vezes são analisados com métodos paramétricos, ou seja os dados são definidos numa escala de intervalos ou de razão.</p>
<p> Alguns autores consideram que a diferença entre a escala intervalar e a escala de razão nem sempre é evidente, razão pela qual consideram estes dois tipos numa só categoria. Em ambos os casos as escalas dos dados estatísticos são considerados métricos pois são quantitativos, enquanto que nas escalas nominal e ordinal os dados são qualitativos, ou seja não-métricos.</p>
<p> “Os dados expressos numa determinada escala podem ser convertidos em dados expressos em qualquer das escalas que a precedem. Como é óbvio a inversa não  é verdadeira”  (Guimarães e Cabral, 1997).</p>
<p>Para resumir algumas das ideias fundamentais deste trabalho apresentamos um esquema no link que se segue: <a href="http://docs.google.com/View?docid=ahn25bfk9b8k_56dvpz4f">http://docs.google.com/View?docid=ahn25bfk9b8k_56dvpz4f</a></p>
<p><strong>Bibliografia</strong></p>
<p> Coutinho, Clara Maria Gil Fernandes Pereira (2005), Percursos da Investigação em Tecnologia Educativa em Portugal: Uma abordagem Temática e metodológica a publicações cientificas (1985-2000), Braga, Universidade do Minho.</p>
<p>COUTINHO, Clara P. (2006) Metodologia de Investigação em Educação – Texto de Apoio: Escalas de Medida de Variáveis, Braga, Universidade do Minho.</p>
<p>REIS, Elizabete; MELO Paulo; ANDRADE, Rosa; CALAPEZ , Tereza (2003) Estatística Aplicada – Volume 1. Lisboa: Edições Sílabo.</p>
<p>GUIMARÃES, Rui; CABRAL, José (1997) Estatística. Lisboa. Editora Mc Graw-Hill de Portugal.</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/liveeducation.wordpress.com/47/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/liveeducation.wordpress.com/47/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/liveeducation.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/liveeducation.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/liveeducation.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/liveeducation.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/liveeducation.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/liveeducation.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/liveeducation.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/liveeducation.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/liveeducation.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/liveeducation.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/liveeducation.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/liveeducation.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/liveeducation.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/liveeducation.wordpress.com/47/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=liveeducation.wordpress.com&amp;blog=701480&amp;post=47&amp;subd=liveeducation&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>potencialidades pedagógicas do blogue</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Feb 2007 23:45:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J L</dc:creator>
				<category><![CDATA[ceti]]></category>
		<category><![CDATA[formação académica]]></category>

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		<description><![CDATA[ hoje comecei a ler as primeiras páginas do artigo dado pela Professora Ana Amélia: “Blogue uma ferramenta com petencialidades pedagógicas em diferentes níveis de ensino”. desde logo me deparei com várias palavras novas: blogosfera, blogomania, weblog, fotoblog, videoblog e monoblog, e-caderno, posts. deste modo pude verificar a importância em estar actualizado, pois no âmbito das [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=liveeducation.wordpress.com&amp;blog=701480&amp;post=45&amp;subd=liveeducation&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="snap_preview"> hoje comecei a ler as primeiras páginas do artigo dado pela Professora Ana Amélia: “Blogue uma ferramenta com petencialidades pedagógicas em diferentes níveis de ensino”.</p>
<p class="snap_preview">desde logo me deparei com várias palavras novas: blogosfera, blogomania, weblog, fotoblog, videoblog e monoblog, e-caderno, posts.</p>
<p>deste modo pude verificar a importância em estar actualizado, pois no âmbito das novas tecnologias, todos os dias surgem palavras novas, algumas das quais, atrás citadas, temos de passar a juntar a tantas outras que de uma maneira ou outra já utilizamos no nosso dia a dia tais como: telemóvel, PDA, cibernautas, web, site, link, on-line, mailing e intranet.</p>
<p>relativamente aos blogues fiquei a saber que estes estão numa fase de expansão e que ao nível do ensino são uma ferramenta pedagógica bastante inovadora onde a motivação aparece como um factor determinante para o seu o sucesso.</p>
<p>este diário on-line de fácil edição, hoje conhecido por blog, pode ser pessoal ou colectivo. a diversidade temática é bastante abrangente, surge diariamente com diversas finalidades podendo esta disponível ao público em geral ou estar restrito a uma comunidade específica.</p>
<p>cada uma das intervenções do gestor do blog chama-se post, ele geralmente actua como moderador. os visitantes podem deixar os seus comentários, por isso podemos dizer que esta ferramenta pedagógica permite uma comunicação bilateral online entre os diversos participantes.</p>
<p>quando aplicado ao contexto formativo, o blogue poderá ser útil não só para professores e formandos, mas também para directores de empresas, encarregados de educação e todos aqueles que estão interessados em acompanhar e avaliar a evolução da formação.</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/liveeducation.wordpress.com/45/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/liveeducation.wordpress.com/45/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/liveeducation.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/liveeducation.wordpress.com/45/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/liveeducation.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/liveeducation.wordpress.com/45/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/liveeducation.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/liveeducation.wordpress.com/45/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/liveeducation.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/liveeducation.wordpress.com/45/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/liveeducation.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/liveeducation.wordpress.com/45/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/liveeducation.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/liveeducation.wordpress.com/45/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/liveeducation.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/liveeducation.wordpress.com/45/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=liveeducation.wordpress.com&amp;blog=701480&amp;post=45&amp;subd=liveeducation&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Mudança, Cultura e Formação</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Feb 2007 23:24:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J L</dc:creator>
				<category><![CDATA[fgrh]]></category>
		<category><![CDATA[formação académica]]></category>

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		<description><![CDATA[download: Mudança, Cultura e Formação_RECURSOS HUMANOS.pdf<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=liveeducation.wordpress.com&amp;blog=701480&amp;post=44&amp;subd=liveeducation&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a target="_blank" href="http://images.liveeducation.multiply.com/attachment/0/RduDzQoKCp4AAFNgLZU1/Mudan%C3%A7a%2C%20Cultura%20e%20Forma%C3%A7%C3%A3o_RECURSOS%20HUMANOS.pdf" title="download"><img width="400" src="http://x97.xanga.com/837d2152c2430107984102/z76565761.jpg" alt="Mudança, Cultura e Formação__RECURSOS HUMANOS" style="border-width:0;" /></a></p>
<p align="center">download: <a href="http://images.liveeducation.multiply.com/attachment/0/RduDzQoKCp4AAFNgLZU1/MudanÃ§a,%20Cultura%20e%20FormaÃ§Ã£o_RECURSOS%20HUMANOS.pdf"><font color="#0b5eb4">Mudança, Cultura e Formação_RECURSOS HUMANOS.pdf</font></a></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/liveeducation.wordpress.com/44/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/liveeducation.wordpress.com/44/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/liveeducation.wordpress.com/44/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/liveeducation.wordpress.com/44/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/liveeducation.wordpress.com/44/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/liveeducation.wordpress.com/44/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/liveeducation.wordpress.com/44/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/liveeducation.wordpress.com/44/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/liveeducation.wordpress.com/44/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/liveeducation.wordpress.com/44/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/liveeducation.wordpress.com/44/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/liveeducation.wordpress.com/44/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/liveeducation.wordpress.com/44/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/liveeducation.wordpress.com/44/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/liveeducation.wordpress.com/44/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/liveeducation.wordpress.com/44/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=liveeducation.wordpress.com&amp;blog=701480&amp;post=44&amp;subd=liveeducation&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Mudança, Cultura e Formação__RECURSOS HUMANOS</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Análise de uma acção de formação</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Feb 2007 23:07:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J L</dc:creator>
				<category><![CDATA[avaliação formação]]></category>
		<category><![CDATA[formação académica]]></category>

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		<description><![CDATA[Este trabalho teve como referência as perspectivas teóricas de Roegiers, Hadji, Figari e Palmira. O ponto de partida das propostas apresentadas por estes autores é o modelo CIPP (Context, Imput, Processus, Product) de Stufflebeam.   Este modelo tem sido sujeito a algumas criticas, Ketele (1986) refere que o seu carácter global é simultaneamente uma grande [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=liveeducation.wordpress.com&amp;blog=701480&amp;post=43&amp;subd=liveeducation&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">Este trabalho teve como referência as perspectivas teóricas de Roegiers, Hadji, Figari e Palmira. O ponto de partida das propostas apresentadas por estes autores é o modelo CIPP (Context, Imput, Processus, Product) de Stufflebeam.</font></p>
<p><font face="Times New Roman"> </font></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">Este modelo tem sido sujeito a algumas criticas, Ketele (1986) refere que o seu carácter global é simultaneamente uma grande vantagem e uma delimitação. Para Hadji (1996) o modelo de Stufflebeam não resolve o problema da ambiguidade do papel e do lugar da avaliação, enquanto que para Roegiers (1997) aquele modelo subestima a diversidade das lógicas no processo de elaboração das acções de formação.</font></p>
<p><font face="Times New Roman"> </font></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">No sentido de colmatar estas limitações os autores acima mencionados propuseram o seu próprio modelo. É a partir desses trabalhos que a seguir vamos realizar uma pequena reflexão sobre os dispositivos de formação.</font></p>
<p><font face="Times New Roman"> </font></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">De acordo com Roegiers “o modelo de um dispositivo de formação assenta numa lógica complexa e dinâmica” e contempla um determinado contexto (social, económico e cultural). Palmira considera a avaliação de um dispositivo de formação como uma multidimensionalidade integrada e complexa.</font></p>
<p><font face="Times New Roman"> </font></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">Hadji e Figari realçam a temporalidade do processo de avaliação (antes durante e depois). Este último autor, no seu dispositivo educativo, considera essa temporalidade intrínseca a três dimensões: induzido, construído e produzido.</font></p>
<p><font face="Times New Roman"> </font></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">No modelo de “avaliação plural” Hadji refere o momento que antecede a acção de formação recolhe-se informações sobre o formando de forma a articular o perfil individual e o perfil de formação (avaliação diagnostica, prognóstica ou perditiva). Durante e depois da formação também é necessário reajustar as decisões prévias, por isso toda a avaliação é diagnóstica. As funções da avaliação são no sentido de orientar a adaptar a formação. O modelo ICP de Figari vai mais longe e refere que a dimensão “induzida”, situada temporalmente antes da formação, diz respeito ao conhecimento dos actores, das relações e dos funcionamentos, ou seja, ao conjunto de determinações que abrange não só a vida profissional, mas também à vida individual.</font></p>
<p><font face="Times New Roman"> </font></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">Durante a acção de formação o avaliador deverá recolher informações sobre os processos e actividades de produção de forma avaliar e decidir correctamente (avaliação formativa ou progressiva). O objectivo é melhorar a aprendizagem, informar os intervenientes neste processo (formador e formando) acerca do percurso, dos êxitos, e das dificuldades. De acordo com Hadji é a função reguladora da avaliação, existe quer antes, quer depois da formação, procurando uma auto-regulação na qual o formando é participante e protagonista da avaliação.</font></p>
<p><font face="Times New Roman"> </font></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">Para Figari a dimensão construído refere-se a tudo o que tem a haver com o processo, negociação e elaboração, é o momento propriamente dito da formação, elaboram-se projectos, intenções e objectivos. Entram em jogo os diversos intervenientes, jogam-se as diferentes estratégias, articulam-se os diferentes interesses e posições do poder. A avaliação cumpre uma função formativa, regulando as produções dos actores e a operacionalização da acção.</font></p>
<p><font face="Times New Roman"> </font></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">Segundo Hadji a função sumativa da formação está centrada no produto, este deve possuir as seguintes características: observabilidade, mensurabilidadee comparabilidade.</font></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">A sumatividade da avaliação tem um carácter pontual e relativo, pode confundir-se com a avaliação formativa. ex: avaliação feita no final de uma unidade de ensino. </font></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">É difícil de garantir uma separação perfeita entre as várias funções da avaliação. Mas só a avaliação sumativa pode cumprir a função certificadora no momento posterior à formação.</font></p>
<p><font face="Times New Roman"> </font></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">Relativamente à dimensão “produzido” Figari refere que esta se situará numa temporalidade posterior à acção, no entanto, está inerente a todo o processo da formação. O produzido diz respeito simultaneamente ao processo e aos produtos propriamente ditos. Nesta dimensão a avaliação tem uma função de carácter sumativo em relação aos efeitos e resultados esperados. </font></p>
<p><font face="Times New Roman"> </font></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">Depois de referir os aspectos essenciais acerca dos modelos de formação destes dois autores (Hadji e Figari) podemos verificar que ambos assentam numa sequencialidade temporal (antes durante e depois). O mesmo não acontece com o modelo de Palmira, contudo, podemos encontrar outros pontos em comum.</font></p>
<p><font face="Times New Roman"> </font></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">Tal como Figari, Palmira têm uma visão ternária da formação da avaliação. No seu modelo das “caixas chinesas”, considera as seguintes dimensões: ordem das condições; ordem das realizações; ordem das objectivações.</font></p>
<p><font face="Times New Roman"> </font></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">A ordem das condições é a dimensão que contém todas as dimensões. Trata-se do contexto ou induzido, o qual tem um efeito condicionante durante toda a formação. A avaliação diagnóstica tem um carácter permanente alimentado as outras dimensões e processos de avaliação o que vai ao encontro do pensamento de Hadji quando refere que toda a avaliação é diagnóstica.</font></p>
<p><font face="Times New Roman"> </font></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">Quanto à ordem das realizações, a qual está integrada e interdependente da dimensão anterior, considera que um dispositivo de formação é uma série de realizações cujo início e a conclusão é coincidente com o início e a conclusão do próprio dispositivo. </font></p>
<p><font face="Times New Roman"> </font></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">As realizações são vistas no seu sentido mais lato incluindo manifestações de necessidades. A função formativa não está confinada ao processo e ao durante, deve contribuir para melhorar as realizações tendo em conta as condições e as intenções. Também para Hadji e Figari, existe uma função reguladora da avaliação que não se confina apenas à formação propriamente dita.</font></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">A avaliação formativa deverá acompanhar todo o processo de desenvolvimento e conclusão do dispositivo de formação.</font></p>
<p><font face="Times New Roman"> </font></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">A ordem das objectivações está integrada nas dimensões anteriores numa lógica de interacção. Corresponde aos resultados ou efeitos das realizações. Não está limitada à parte final ou posterior da formação, Palmira refere que acontece desde o início até ao fim, contudo no final podemos apresentar um “objecto” acabado fechado e sintético. </font></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">A avaliação sumativa não se realiza apenas à posteriori, realiza-se ao longo da acção de formação.</font></p>
<p><font face="Times New Roman"> </font></p>
<p><font face="Times New Roman"> </font></p>
<p><font face="Times New Roman"> </font></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">Conclusão</font></p>
<p><font face="Times New Roman"> </font></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">Para Hadji o dispositivo de formação corresponde a uma situação complexa devido aos aspectos seguintes: as categorias não são mutuamente exclusivas; as funções da avaliação são muito complexas e cruzam-se entre si; a distinção entre o antes e o depois não é verdadeiramente operatória; a avaliação é uma realidade pluridimensional e multifuncional.</font></p>
<p><font face="Times New Roman"> </font></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">Para Figari as três dimensões têm um carácter relacional e interaccional, obedecem a um regime de indissociabilidade porque têm zonas de intersecção e legitimam-se mutuamente. As três dimensões são interdependentes, o induzido é a base do construído que por sua vez dá origem ao produzido, o qual acaba por dar origem a novos dados para compreender o induzido.</font></p>
<p><font face="Times New Roman"> </font></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">Para Palmira o dispositivo de formação é entendido como um “ecossistema” no qual há uma relação indissociável e iterativa entre os diversos elementos, cumprindo a avaliação uma função mais geral de construir um sentido para as transformações e as acções dos sujeitos.</font></p>
<p><font face="Times New Roman"> </font></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">Todos os autores referem a importância das várias modalidades de avaliação (diagnóstica, formativa e sumativa) para Hadji e Figari estas estão em função da sua indexação temporal ou sequencialidade, enquanto quer para Palmira estão de acordo com as funções que devem cumprir no seu funcionamento: prever melhorar ou verificar.</font></p>
<p><font face="Times New Roman"> </font></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">Existe uma articulação concomitante entre as três modalidades da avaliação (diagnóstica, formativa e sumativa). A avaliação diagnóstica pode ser formativa, a avaliação sumativa pode ser formativa. A avaliação preditiva também pode ser sumativa</font></p>
<p><font face="Times New Roman"> </font></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">Tentando sintetizar, numa frase, a opinião dos diferentes autores aqui estudados, sugerimos que a avaliação é uma realidade pluridimensional, multifuncional, integrada e complexa.</font></p>
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